Desde 1998

Nossa Tradição

Uma receita de família, um fogão sempre aceso e quase três décadas servindo a comunidade brasileira em Rosário.

Feijoada tradicional da Dona Tina, servida na Bratina

Bratina: a cozinha que transformou sua fundadora em Dona Tina

A fundadora chegou a Rosário em 1996, vinda de Minas Gerais, trazendo na mala pouco mais que roupa, um caderno de receitas de família e a teimosia de quem não desiste fácil. Passou dois anos cozinhando para vizinhos e amigos até abrir as portas e escolher o nome Bratina, a fusão de Brasil com Argentina. O restaurante virou uma extensão dela, e os clientes passaram a chamá-la de Dona Tina — um apelido tirado do próprio nome da casa. Desde então, falar de Dona Tina é falar da Bratina.

Em 1998 abriu a Bratina na Vera Mujica para servir comida brasileira aos vizinhos e aos poucos se tornou ponto de encontro da comunidade brasileira na cidade — estudantes, famílias recém-chegadas e quem só queria o gosto de casa.

1998

A primeira mesa

A Bratina abre na Vera Mujica, com quatro mesas e a receita de feijoada da Dona Tina.

2011

O tempero ganha nome

Depois de anos cozinhando de memória, a família finalmente escreve as receitas usadas até hoje — inclusive a farofa que ninguém consegue copiar.

2017

Segunda casa, em Pichincha

Com a fila que não cabia mais na Vera Mujica, a segunda unidade abre para atender o bairro Pichincha.

Hoje

O mesmo tempero, a mesma mesa farta

A família da Dona Tina toca o dia a dia, mas o tempero, o carinho e as receitas continuam exatamente os mesmos.

"Comida boa não tem atalho. É tempero, é tempo, é fazer do jeito que minha mãe fazia."

— Dona Tina, fundadora da Bratina

Vem provar essa tradição